Domingo, 11.11.07
O diário de bordo das nossas vidas vai crescendo paulatinamente, quase sem nos darmos conta.

Nele encontramos algumas páginas, esparsas, de momentos marcantes.

As fases vibrantes,  de felicidade, conquistas, glórias e sucessos.

E os períodos vestidos de dor, de ruptura, de abandono, de derrota, de perda.

Mas na esmagadora maioria dos dias temos apenas pequenas anotações, aparentemente sem nada de interessante. Funcionam como pequeninas  peças de puzzle que vamos metodicamente encaixando, construindo, afinal, a nossa história e aquilo que somos.

Com o passar dos anos, o nosso diário de bordo mostra-nos, cada vez com mais frequência, as marcas de sombras negras.

Os nossos familiares e amigos próximos  vão desaparecendo, arrancados de nós pela
idade, os acidentes, as doenças.
 

Ou pelos suicídios.

Descansa em paz, meu grande idiota.


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