Sexta-feira, 15.06.07
Caminhava distraidamente pela rua quando quase chocou com um matulão barbudo e mal-encarado que a fixava com um sorriso aberto, levantando sobre a cabeça um cartaz onde se lia «abraços de graça».
- Mais um maluco - pensou ela enfastiada, desviando-se.
Mas ele não desistiu, abriu os braços e envolveu-a num abraço apertado.
Ficou vermelha de raiva e indignação, pontapeou o homem e afastou-se gritando impropérios.
Como se atrevia a tocar-lhe sem a conhecer de lado nenhum, quem se julgava ele para a agarrar?! Mas ia ensinar-lhe uma lição.
Dirigiu-se ao primeiro polícia que viu, contou-lhe o sucedido e exigiu-lhe que identificasse o homem.
Voltaram ao ‘local do crime’ e o agente pediu a identificação ao indivíduo que a não tinha consigo.
O passo seguinte foi chamar um carro-patrulha para conduzir o abraçador à esquadra, mas nessa altura já uma pequena multidão assistia curiosa e revoltada.
Finalmente lá deixaram seguir o homem que dava abraços, com um aviso sério para não repetir a graça.
Antes de se ir embora deixou na mão dela um papel com um endereço de Internet…


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