17 comentários:
De alexiaa a 16 de Maio de 2007 às 22:01
Eu vinha lançada para discursar mas depois comecei a ler os comentários e achei que já não valia a pena...até porque a Inês resumiu de forma "curta e grossa" uma ideia que considero de muito bom senso.
Por fim...uma palavrinha acerca do "ele há com cada uma que até parecem duas"...fala-se de lagartixas??:)))


De antídoto a 16 de Maio de 2007 às 20:15
Ele há cada uma que até parecem duas...


De AEnima a 16 de Maio de 2007 às 20:07
esta a passar esta musica agora mesmo aqui, no cafe :)


De antídoto a 15 de Maio de 2007 às 17:11
A Inês falou e disse.
Tanto fumar como ir a restaurantes com crianças não são primeiras necessidades e só nesse sentido são comparáveis. A educação de não incomodar terceiros aplica-se aos dois casos.
Há restaurantes onde se pode perfeitamente levar crianças, a outros não, muito menos se forem bebés de colo.
E sou pai e fumador.
Mas a questão é que isto não merece tanta discussão, pelo que me fico por aqui nos comentários.


De Inês a 15 de Maio de 2007 às 16:48
Faltou dizer que deixei de fumar há 22 anos.


De Inês a 15 de Maio de 2007 às 16:48
Cada vez tenho menos paciência para fundamentalismos (quaisquer que eles sejam).
Todos nós convivemos, em crianças, com o fumo. É certo que nessa altura não se tinha a noção do mal que fazia. Mas acho que é uma coisa que não se pode impor a ninguém! Que haja então sítios onde seja permitido fumar.
E quanto às crianças é verdade que incomodam sim senhora, e a culpa não é delas e sim dos pais. Cada um dá a educação que quer aos seus filhos, é verdade, mas também é verdade que não tem o direito de os impôr aos outros (ainda sou do tempo em que havia sítios onde não se levavam as crianças).
Quanto à comparação que fizeram com o caso da criança desaparecida é de extremo mau gosto!
Mas digo que se não tiverem ninguém a quem deixar as crianças esperem que elas cresçam e se saibam comportar ou então que tal ir à Pizza Hut ou ou McDonald's?


De Mize a 15 de Maio de 2007 às 16:38
não?!! devemos estar em canais diferentes. Porque nao consigo entender o que será mais importante focar, um pai a vociferar por causa do barulho que as crianças provocam ou o local onde podemos fumar. Eu li quer a crónica do Sousa Tavares, quer a resposta do João Miguel Tavares. E, afirmo e sublinho que sou contra extremismos, sejam eles quais forem. O que não me deixa indiferente nem tão pouco calada é o egoísmo com que certas pessoas vivem. Vivem delas e para elas.
E, continuo a achar que ESTA coisa explicita é muito mais importante do que a subentendida.


De antolho a 15 de Maio de 2007 às 15:38
Exmo. Sr. Antídoto, ainda bem que mo lembra, assim q chegar a casa, a ver se não me esqueço de fechar a garagem e manter o motor do carro ligado com os filhos lá dentro, e de cada vez q me pedirem água, negar-lha e dizer q só podem beber refrigerantes, etc, etc.


De antídoto a 15 de Maio de 2007 às 13:17
Nota: Não sou ex-fumador há muito tempo.
Mas do que gosto mesmo é de não ser um cretino com antolhos.


De antídoto a 15 de Maio de 2007 às 13:13
anónimo 1 - Pois.

div - Pois.

mize - heee... não sei bem se te percebi...

mau - A minha avó também dizia.

anónimo 2 - Incrível, não é? E ao peixe que anda cheio de mercúrio, à carne que anda cheia de hormonas, às aves que andam engripadas, aos legumes que é só pesticidas, aos refrigerantes que é só açucar, à comida de plástico, à água que anda poluída... Digo mesmo mais, não sei como se deixam sair as criancinhas de casa, o ar é só gazes do escape dos automóveis. E as bactérias, os vírus, a chuva àcida, o buraco do ozono...
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!
Porque padecem assim?!
Meu Deus, meu Deus...


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