De Mrs. Jones a 14 de Janeiro de 2008 às 11:49

É verdade que a vida é um eterno ciclo de consolidar certezas e vê-las cair por terra. É um contínuo de arrumar e desarrumar "a casa", para chegar circularmente à conclusão que, por muitas e boas que sejam as nossas "prendas domésticas", nunca nada está no lugar.

Não podemos, de facto, ter TODAS as certezas sobre nós e sobre os outros. Mas quere-lo NÃO é contraproducente.

É a essência. Estender a mão e tocar o outro (e sobretudo deixá-lo tocar-nos) dá trabalho e leva tempo. Mas é o caminho que de facto conta.

Aliás, que mais é que há?


De antídoto a 14 de Janeiro de 2008 às 19:12
Que mais é que há? Tanta coisa...

A questão é que nos levamos, a nós e à vida, demasiado a sério.

E eu procuro simplificar...


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