De clara a 13 de Janeiro de 2008 às 23:28
Este discurso não é um bocado redundante? Ao dizer "Como é que podemos, assim, pretender ter garantias e certezas absolutas sobre nós, os outros e as relações que com eles construímos?" não estás a pôr e dúvida tudo aquilo que escreves (agora e depois)? Ao quereres que não nos julguemos uns aos outros não estás a julgar os julgadores, transformando-te a ti próprio num deles?



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