13 comentários:
De star a 15 de Novembro de 2007 às 23:34
Diz mesmo muito...

Somos sempre metade, que procura a outra metade...




De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 00:14
Heee... a minha leitura não é essa, mas ok.


De teresa a 16 de Novembro de 2007 às 06:07
As duas metades estão em nós......


De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 10:32
Sim, é o desejo de conseguir serenidade e paz, dentro da nossa dualidade...


De alma a 16 de Novembro de 2007 às 09:51
Lindo poema mesmo... acho importante nunca pensarmos que estamos completos...eu procuro a minha metade, dentro de mim mesma!


De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 10:33
Se precisares de ajuda...


De Mizé a 16 de Novembro de 2007 às 11:34
"... a outra metade é vulcão" que alimentamos dia-a-dia, minuto a minuto, segundo a segundo.
Obrigada, pela partilha!


De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 11:47
Reviste-te no vulcão, foi? Hummm...


De Nya a 16 de Novembro de 2007 às 11:52
Simplesmente belo.

É um poema muito bonito mesmo.


De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 12:20
Pois não é?


De M.J. a 16 de Novembro de 2007 às 13:55

Bolas, o homem quer muita coisa...
Paz e serenidade...? Um dia, claro... no céu... ou no nirvana... ou lá onde for...
(Para mim no caixão, que é um conceito filosófico tão reconfortante como qualquer outro).
Tomara eu conseguir gerir com algum equilibrio a "parte de mim que se cala, a parte de mim que é silêncio"...

Ou, como diz um dos meus filósofos preferidos:

"I'm astounded by people who want to 'know' the universe when it's hard enough to find your way around Chinatown."

Woody Allen


De antídoto a 16 de Novembro de 2007 às 14:29
Só teres essa noção já é meio caminho andado...


De M.J. a 16 de Novembro de 2007 às 14:42

Pois... e é no caminho que temos de investir...


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