29 comentários:
De Flor a 23 de Agosto de 2007 às 15:36
... até ao dia em que se tornam humanos sem deixar de ser raros?


De antídoto a 23 de Agosto de 2007 às 16:06
Herrr... pois... não sei... quer dizer... : )


De helluah a 23 de Agosto de 2007 às 17:37
olha, então, a falar de mim assim??? o que é que tu queres dizer com até ao dia???????


De antídoto a 23 de Agosto de 2007 às 18:01
Usa a imaginação.


De Luisa a 24 de Agosto de 2007 às 11:11
: )


Continuas a escrever de uma forma apaixonante e apaixonada, mesmo quando fazes estes exercíocios introspectivos e (in)consequentes.
Gosto de saber que o teu sangue aqueceu.
Gosto-te muito, muito!!


De antídoto a 24 de Agosto de 2007 às 11:46
Hummm... exagerada e depreendes demais. : )
Também te gosto, gaja.


De Maria Moura a 24 de Agosto de 2007 às 12:45
....que se apaixonam!

[et voilá...temos agora um sr.antídoto mais simpático e menos acutilante!]


De antídoto a 24 de Agosto de 2007 às 16:53
Hum, para vocês tudo gira à volta das paixões, ó que gentinha mais dependente de terceiros...

Acutilante o suficiente?


De Maria Moura a 24 de Agosto de 2007 às 18:02
Ó sr.antídoto, falava da ilha? Ou será alguma dependência da CGD? Ah, talvez algum pó branco que desconheça!

[ai que raio de homem mais torcido!]


De antídoto a 24 de Agosto de 2007 às 20:00
Dona Maria, o único pó branco que desconheço é o antrax.
De resto, do talco ao gesso já experimentei tudo, mas gosto mesmo é de pó preto.


De ailéh a 24 de Agosto de 2007 às 15:04
eh!!! come se diz no mé algarve, eh momm moçe debe tu na tás bémm, mas queque raie te espicaçou?

quem na sente vive dermente , debe...!!!

toma bejes e queje de figue com aguardente.


De antídoto a 24 de Agosto de 2007 às 16:55
Não percebo estrangeiro e aguardente é mais no Inverno, com castanhas cozidas.


De teresalex a 25 de Agosto de 2007 às 01:49
....morre e não leva nada para contar!! Ou será que não???


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 11:46
Não leva nada que contar... a quem, hun?


De isabel neto a 26 de Agosto de 2007 às 23:34
Antídoto,
Há muito que não te visitava... e dou com uma casa nova!
Já gostava da velha. Agora nem sei se este comentário vai entrar.
Quanto a este post... "Até ao dia em que" se afogam no gelo derretido das emoções que não sabiam ser capazes de sentir. E à tona, e à toa, procuram, em vão, remar contar a maré.
Beijo.


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 11:49
Humm... não sei... então quando se sentem emoções fortes fica-se perdido, é?


De fábula a 27 de Agosto de 2007 às 19:37
não sei se sou dessa raça rara, mas devo sentir alguma coisa pois adoro esta música dos clã! ;)


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 11:52
Somos dois.


De star a 27 de Agosto de 2007 às 23:54
passa a viver cada dia da sua vida, como se fosse o último?


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 11:55
Isso quer dizer que todos os dias faz uma refeição de cabrito assado em forno de lenha, com batatas a murro, tinto e pão caseiro?


De STAR a 29 de Agosto de 2007 às 15:04
Gosto de cabrito, mas gosto muito mais de leitão, acompanhado de um bom espumante...


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 19:07
Anotei.


De alleurK a 29 de Agosto de 2007 às 01:14
Até ao dia em que tudo entra em combustão e a pessoa explode numa psicopatia sem precedentes. Deixando atrás de si cadáveres de pessoas inocentes entre as pessoas que a afectaram de um forma ou outra! Porque ninguém existe sem expremir sentimentos é anti-natural!


De antídoto a 29 de Agosto de 2007 às 11:58
Temos aqui a versão filme de terror : )


De ailéh a 29 de Agosto de 2007 às 18:19
não resisti a esta tua resposta e soltei duas gargalhadas, aliás ainda não parei de me rir, só mesmo tu!!!


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