Quinta-feira, 19 de Abril de 2007
Se eles são todos iguais;
Se elas são todas complexas;
Se eles dão amor por sexo;
Se elas dão sexo por amor;
Se eles se vêm sempre;
Se elas nem sempre se vêm;
Se eles se despacham depressa;
Se elas demoram horas;
Se eles simplificam;
Se elas complicam;
Se eles são desatentos;
Se elas são românticas;
Se eles são básicos;
Se elas são profundas;
Se eles são lineares;
Se elas são circulares;
Se eles são brutos;
Se elas são sensíveis;
Se eles desarrumam;
Se elas arrumam;
Se eles querem sempre;
Se elas têm dores de cabeça;
Se eles são predadores;
Se elas são colectoras;
Se para eles o não é não;
Se para elas o não é sim…

Então… o amor é vão?


Clã - Sopro do Coração


antídoto às 23:44 | link do post | comentar | ver comentários (12)

Segunda-feira, 16 de Abril de 2007
Quem leu o Oriops e o Oriops (a saga continua) sabe que detesto preservativos.
Mas uma coisa é detestar, outra é arriscar a vida por uns minutos de prazer e deitar borda fora uma vida de prazer.
Como tal, resolvi investigar na Wikipédia e trago-vos aqui a descrição de como é que as coisas têm que se passar.
Pertantes, eu estou com uma parceira, não é? Sim, faz falta.
E tenho decorados os passos que se devem seguir para colocar o preservativo (e estou um bocadinho ansioso, não vá ter uma branca, mas pronto).
E estamos ali aos beijos e aos amassos, cheios de urgência, a arrancar a roupa um ao outro e tal.
E quando a coisa está naquele ponto em que já saltam faíscas dos nossos corpos, ponho-lhe a mão aberta na testa, para a manter afastada e:
1 – Olho para a data de validade dos preservativos, impressa na caixa ou na embalagem.
Deixo-a vir, para mais uns segundos de beijos, gemidos, mordidelas, afagos. Depois amarro-lhe um pé à cama e:
2 – Abro cuidadosamente a embalagem, por um dos lados. Ainda que a sacana seja escorregadia, tenho presente que usar dentes e unhas pode rasgar o preservativo e que coisas afiadas nem pensar.
Vejo-a dobrada a tentar desatar o nó do tornozelo, tenho uma vertigem e agarro-a pelas ancas, mas:
3 – Aperto a ponta do preservativo para evitar que fique com ar, já que bolsas de ar podem romper facilmente o desgraçado.
Por essa altura ela desembaraça-se do laço e joga-se a mim, porém:
4 – Estou a tentar perceber qual é o lado certo da borrachinha para pôr, e não há outra maneira de dizer isto, na cabeça do meu amiguinho, após o que – dás licença? - (isto sou eu a falar com ela) desenrolo o preservativo até à base de vocês sabem o quê.
Nessa altura já nem vejo bem, deito-a com um empurrão, puxo-a para a beira da cama e lembro-me que:
5 - Antes de começar a relação sexual devo testar se o preservativo não está "folgado" no pénis (folgado? estes gajos são parvos ou quê?).
E é nesse momento que oiço – Olha, mudei de ideias – (isto é ela a falar comigo).
Seja lá como for, tenham presente que:
6 – Não usem o preservativo mais que uma vez, usem um novo sempre que forem ter relações sexuais (será que eles se sentiram tão idiotas como eu ao dar este conselho?).
E ainda:
7 – Tirem o preservativo assim que ejacularem. Segurem-no enquanto fazem isso (se bem que desconheça outra forma de o fazer).

Sabem que mais? Odeio preservativos!
Prince - Sexy Motherfuker

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Domingo, 15 de Abril de 2007
1980 - Queres namorar comigo?

1990 - Queres curtir comigo?

2000 - Queres jantar comigo?

antídoto às 21:21 | link do post | comentar | ver comentários (12)

Sexta-feira, 13 de Abril de 2007
Não ligo nenhuma à astrologia, para mim é mais uma daquelas 'invenções ao dinheiro', como dizia a minha avó. Mas, por curiosidade, consultei um site e esperem lá que afinal os senhores sabem do que falam.
Ora vejam:
Esta combinação astrológica indica que o amor ocupa um lugar de destaque na sua vida. Porém é muito selectivo, pois a sua auto-estima é tanta que só alguém que mereça o seu afecto satisfará os seus requisitos.
O seu objectivo mais consciente na vida é a auto-expressão criadora. Entretanto, a sua forte natureza amorosa também precisa de ser expressa.
Capaz de usufruir das experiências sexuais mais variadas, se você se limitar a uma parceira, essa pessoa deve ver no amor uma aventura que muda a cada instante, por mais afecto que possa envolver.
Como não é do tipo que se deixa prender intelectual nem emocionalmente, você precisa de uma parceira que respeite a sua liberdade.
Com este posicionamento, é importantíssimo escolher como parceira alguém que esteja em pé de igualdade consigo em todos os aspectos.
Você aprecia, física e emocionalmente, a presença e o amor de muitas pessoas diferentes, mas provavelmente dedicará a sua lealdade e afeição mais profundas a apenas uma.
A sua estima nata por tudo que seja novo e especial num relacionamento leva-o a ver o sexo como uma aventura constante. O que você quer é uma atitude emocional diante do amor sempre fresca, que não dê margem à rotina.
Muito aberto e meigo com as suas amantes, você é um parceiro entusiástico e extrovertido no amor.
Com a sua mente activa e a sua imaginação viva, você está equipado para papéis de liderança. Em geral, quem toma a iniciativa para coisas e relacionamentos é você.
Motivado por nobres intenções, você tem um verdadeiro dom para a vida pública. Para um desenvolvimento mais harmonioso, procure exercitar melhor a sua capacidade de amar. Mesmo que precise abrir mão de alguns de seus altos padrões ao escolher uma parceira, você verá que um amor imperfeito é melhor que nada.
Nalgumas circunstâncias você terá que representar um papel cosmopolita e sofisticado. Porém, sob a máscara, está um ser humano muito sensível e susceptível que capta muito bem as influências e impressões subtis, bem como as vibrações mediúnicas.
Você é generoso com os amigos e civilizado com os adversários. A sua polidez e refinamento são tantos que às vezes faz as pessoas desconfiarem das suas intenções.
Você prefere relacionar-se com gente segura de si e do que quer.
A sua mente é muito adaptável, e você é uma pessoa gentil, pacífica e diplomática.
Este posicionamento indica que o segredo para conseguir harmonia e equilíbrio emocional está no uso dos seus poderes mentais superiores. Você nasceu com uma mente sumamente refinada e artística, que o capacita a uma apreciação muito subtil de tudo que se relaciona à cultura. Você tem o dom natural de saber ajudar as pessoas.
Bisteis??!! É caso para dizer como a outra: sou tão boa, tão boa, que nem sei como fui virar puta.
Vangelis - To the Unknown Man


antídoto às 21:19 | link do post | comentar | ver comentários (19)

A série House é uma daquelas que consegue a unanimidade, não há ninguém que não goste.
Para além da série em si, o personagem principal parece ser um must para a generalidade do sexo feminino.
É frequente ouvir da parte das minhas colegas e amigas dissertações mais ou menos acaloradas sobre as ‘qualidades’ estéticas e de personalidade do senhor doutor.
Ora isto tem-me levantado algumas questões, dado ser notória a contradição entre o que elas têm afirmado nos últimos anos e o que proclamam relativamente ao House.
Senão vejamos. Parece-me que o que as mulheres dos nossos dias apreciam num homem é um aspecto físico cuidado, para muitas depilado, cheiroso, suave, eu diria mesmo quase afeminado nos cuidados pessoais (vide os metrossexuais). Associado a isto, babam-se as mulheres por homens sensíveis, sem medo de assumir e expressar as sua emoções.
O símbolo do desejo feminino vê-se diariamente nas revistas: corpos perfeitos, vidas cor de rosa, sucesso, estatuto social.
Porém, o que temos no House? Um aspecto rude, descuidado, mal vestido, mal barbeado, mal amanhado. Fisicamente não é nenhum Adónis, para não falar na perna coxa. Psicologicamente é um gajo distante, indiferente, cínico, sarcástico, caustico, anti-social, problemático e solitário.
Será que voltamos à teoria de que elas se sentem verdadeira e secretamente seduzidas é pelos maus?
A revista Pública trás uma análise curiosa do fenómeno, fazendo uma distinção fundamental entre as mulheres que pensam e as outras.
Afirma-se ali que, para as tais mulheres que pensam, a definição de símbolo sexual “deve ser procurada entre aquilo que não é preciso: não é preciso ter uma beleza convencional, não é preciso ter cabelo sedoso e dentes de pérola, sempre prontos para a fotografia. Não é preciso ter abdominais de aço. Certamente que não é preciso ter uma bomba de carro e uma carteira gorda.”
Querem ver que voltei a estar na moda??!!


antídoto às 13:13 | link do post | comentar | ver comentários (21)

Quinta-feira, 12 de Abril de 2007
Há sensações físicas de uma intensidade incrível.
Vão num crescendo, invadindo tudo, tomando conta de nós e explodem repentinamente, sacudindo-nos por inteiro e deixando-nos atordoados, num misto de prazer, sofrimento e alívio.
Gozem o vídeo…


antídoto às 23:50 | link do post | comentar | ver comentários (9)



antídoto às 23:49 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11 de Abril de 2007
A publicidade tem uma força tremenda nesta nossa sociedade de consumo.
É ela, em grande parte, que cria as modas a que a maioria de nós não consegue resistir e, simultaneamente, muitas frustrações em todos os que adquirem a febre de adquirir, consumir e mostrar ao próximo aquilo que é muitas vezes supérfluo.
É isto o status, assim é que se demonstra como somos bem sucedidos, basta exibir o relógio, a roupinha de marca, o carro e plim, lá nos transformamos em pessoas atraentes e sedutoras, ainda que tudo não passe de futilidade avulsa.
Para vender produtos vale tudo, recorre-se ao chamariz beleza/sensualidade/sexo em grande percentagem e também, cada vez mais, ao humor.
E nisso os brasileiros são mestres, ora vejam lá isto:





antídoto às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (7)

Terça-feira, 10 de Abril de 2007
A resposta é não, mas a verdade verdadinha é que ao longo da vida aconteceu-me por diversas vezes cruzar-me com gente que sim.
A primeiríssima foi numas férias de Verão.
Fui acampar com um amigo na Praia Verde, perto de Monte Gordo e, logo na primeira noite, acordo com o gajo agarrado a mim, a fazer-me festas.
- Hei, hei, qu’é isso, pá, tas parvo??!! – e ele continuava.
Tive mesmo que lhe dar um chega p’ra lá, daqueles de cotovelo.
Acorda o animal, completamente estremunhado e jura-me pela santa mãezinha e todos os antepassados que não era nada daquilo que eu estava a pensar, que estava a sonhar com a namorada e assim.
Namorada o caraças! O facto é que, apesar de o conhecer há anos, nunca tinha dormido com ele, por isso e à cautela, passei a fazê-lo com o rabinho encostado à parede da tenda e uma mochila entre os dois, não fosse o diabo tecê-las.
Vim depois a saber que sim, o rapaz era sonâmbulo. Mas mesmo daqueles a sério, ao ponto de uma noite o papá estar a ‘mandar um fax para Londres’, enquanto lia uma revista, e ele entrou na casa de banho, tirou o amiguinho p’ra fora e aí vai disto que estou aflito, sem que o papá, que nem queria acreditar, tivesse conseguido acordá-lo, muito menos chegar-se para o lado.
Maneiras que hoje é isto, qualquer dia conto outros capítulos. E daí talvez não.
Carlos Santana - Oye Como Va


antídoto às 21:06 | link do post | comentar | ver comentários (8)

Sábado, 7 de Abril de 2007
O número de blogs activos no mundo alcança já os 70,6 milhões, segundo o Technorati, um indexador de diários virtuais.
Diariamente são criados 120 mil novos blogs, dos quais cerca de 400 nascem em Portugal.
E isto começou apenas há cinco anos atrás.
Se retirarmos os especializados, ainda temos pargas de milhões de blogs generalistas, onde o pessoal descarrega as infelicidades, as fantasias sexuais, as acontecências do dia-a-dia, a crítica social e política, o comentário da notícia da moda…
Pensava eu que as pessoas só gostavam de banalidades, falar do detergente, da roupinha, do carrinho novo, do futebol e afinal vai-se a ver…
Será que toda a gente anda com necessidade de comunicar a sério e apenas não é capaz de o fazer de olhos nos olhos?
Seja como for, cá para mim isto vai resultar no desemprego de muito padre, psicólogo e psiquiatra, não acham?

Ben Harper - Better Way


antídoto às 23:38 | link do post | comentar | ver comentários (10)

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