Domingo, 21 de Janeiro de 2007
Um filme perturbador sobre a fragilidade e o drama da condição humana...

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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007
Ui, este tema daria para horas de conversa, inúmeras abordagens, mil e uma opiniões diferentes.
Vi-o discutido aqui e lembrei-me de um texto que saquei há alguns anos da net e que acho sugestivo no que respeita à forma como homens e mulheres pensam.
Adaptei-o e aqui vai ele, se alguém tiver conhecimento da autoria agradeço que me informe.
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O Paulo sente-se atraído pela Carla e convida-a para ir ao cinema. Ela aceita e passam momentos agradáveis juntos. Alguns dias depois convida-a para jantar e repete-se, adoram a companhia um do outro.
Continuam a ver-se regularmente e, passado pouco tempo, deixam de sair com outras pessoas.
Então, uma noite, enquanto ele a vai levar a casa de carro, ela fica pensativa.
Sem se dar conta diz alto:
- Percebeste que faz hoje exactamente seis meses que andamos juntos?
E então há aquele silêncio no carro que, para Carla, parece uma eternidade.
De imediato ela pensa: Que burra, tinha que me sair este comentário? Será que ele ficou chateado? Talvez esteja a sentir-se sufocado com a nossa relação, talvez pense que o estou a pressionar para um compromisso que ele ainda não quer, ou ainda não está seguro de querer.
E ele está a pensar: Caramba, já seis meses!!!
E Carla pensa: Hei, calma lá, eu também ainda não estou certa de querer este tipo de relação. Às vezes acho que seria melhor conservar o meu espaço, tenho mesmo que decidir se quero continuar a avançar nesta direcção. O que é isto, afinal? Vamos continuar a ver-nos assim ou será que vamos a caminho de um casamento, de filhos, enfim, de uma vida longa juntos? Estarei eu pronta para este tipo de compromisso? Realmente conheço esta pessoa?
E Paulo pensa: Então isto significa que foi... vejamos... em Fevereiro que começámos a sair juntos. Foi exactamente quando comprei o carro. Isto significa... deixa ver os quilómetros... Porra! Já devia ter ido à revisão dos 5.000 Km!!!
Ela pensa: Ele está preocupado, nota-se-lhe na cara. Devia ter ficado de boca fechada. Talvez ele queira mais da relação, mais intimidade, mais cumplicidade. Talvez ele tenha sentido, mesmo antes de eu o perceber, que sou demasiado reservada. Sim, aposto que é isso. É por isso que ele está tão relutante em dizer alguma coisa sobre seus sentimentos, está com medo de ser rejeitado…
E Paulo pensando: Tenho que levar o carro à revisão e dizer-lhes para verem novamente este barulho na transmissão. Quero que se lixe o que eles dizem, o barulho diminuiu, mas continua. Vão repetir que o motor está em rodagem e é natural. Mas que natural? Com 5.000 KM? É melhor nem me dizerem isso. Rodagem era para os motores de há 30 anos atrás. Estamos no século XXI e o carro faz o barulho de um camião do lixo. E paguei eu uma fortuna àqueles ladrões pelo carro.
E a Carla pensa: Bolas, ele está mesmo zangado e não o culpo, eu também ficaria. Meu Deus, que falta de jeito, pu-lo mesmo entre a espada e a parede!
E ele: Os sacanas provavelmente vão dizer que o problema não está incluído na garantia. Quando é para vender prometem mundos e fundos, mas depois…
E a Carla ainda pensa: Talvez eu seja demasiado idealista, sempre à espera de encontrar um cavaleiro andante, montado num belo cavalo branco. Aqui estou eu, sentada ao lado de uma pessoa boa, uma pessoa com quem eu gosto de estar, uma pessoa com que eu me sinto bem, um homem que parece verdadeiramente interessado em mim e que está chateado devido ao meu egoísmo, à minha palermice, à minha fantasia romântica...
E Paulo remói: Fora da garantia, fora da garantia... Eu dou-lhes a maldita garantia. Vou pegar na garantia e mandá-los metê-la no...
- Paulo - diz Carla.
- Sim? - diz Paulo.
- Por favor, não te tortures com isso - diz ela, com os olhos a ficarem brilhantes de lágrimas - eu não devia ter comentado... ohh… sinto-me tão... – e começa a soluçar.
- O que foi? – Pergunta Paulo, preocupado, tentando lembrar-se o que raio comentou ela. Devia ter estado atento, agora não sabia sequer o que dizer.
- Deixa, eu sou uma tola, responde Carla, entre soluços, eu sei que não há nenhum cavaleiro, acredita que sim. Que Tolice. Não há cavaleiro e não há cavalo.
- Não há cavalo? - pergunta Paulo, perplexo.
- Estás a pensar que sou uma tonta, não é?
- Não, diz Paulo, feliz por finalmente saber uma resposta correcta.
- É só porque... é só porque... eu preciso de algum tempo, diz Carla.
Passam-se uns 15 segundos enquanto Paulo pensa rapidamente, tentando perceber o que se passa e encontrar uma resposta segura. Finalmente lá avança com a única que acha que se pode encaixar, não arriscando revelar que não está a perceber absolutamente nada do que se está a passar.
-Sim....
Carla, profundamente comovida, toca-lhe na mão.
- Oh , Paulo, sentes realmente assim?
- Sobre o quê? – arrisca ele.
- Sobre o tempo - diz ela.
- Ah… sim, diz Paulo a medo.
Carla segura-lhe o rosto e olha-o nos olhos, provocando-lhe um certo nervosismo relativamente ao que ela poderá dizer a seguir, especialmente se envolver um cavalo.
Por fim ela diz:
-Obrigada, Paulo, és um homem maravilhoso.
- Obrigado a ti também, responde ele.
Finalmente chegam, ela entra em casa, deita-se na cama e conversa longamente com a sua torturada alma, vira-se pra cá e pra lá até altas horas da madrugada. Entretanto Paulo volta para o seu apartamento, abre um pacote de batatas fritas, liga a TV, e começa a ver o resumo um jogo de ténis entre dois jogadores eslovacos de quem nunca tinha ouvido falar antes.
Uma voz no fundo da sua mente sussurra-lhe que poderá haver algo sério relacionado com o barulho do carro, mas que mais vale não pensar muito nisso, porque não entende nada de mecânica.
No dia seguinte Carla telefona para a sua melhor amiga, ou antes, para as suas melhores amigas e conversam sobre a situação durante seis horas sem parar.
Analisam em detalhe tudo que foi dito, repetem muitas vezes, exploram todas as hipóteses, cada palavra, expressão e gesto, para tentarem entender todas as nuances, considerando cada detalhe e possível ramificação.
Continuam a discutir o assunto, repetidamente, durante semanas e meses, nunca chegando a uma conclusão definitiva, mas nunca se fartando de tocar no tema.
Um dia, enquanto joga ténis com uma amiga comum, Paulo faz uma pausa e antes de beber um copo de água, pergunta:
- Ó Fátima, a Carla tem algum cavalo???


antídoto às 18:49 | link do post | comentar | ver comentários (9)

Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2007
Não, por môr de Deus...


antídoto às 23:00 | link do post | comentar | ver comentários (10)

Decidi arranjar um cantinho, ali à direita, para pousar 10 textos em cada mês, aqueles que, na minha opinião, marcam a diferença.
Depois percebi que no fim do ano ia ter 120 textos a ocupar-me a barraca, o que seria um problema no caso de se fundir uma lâmpada. Sim, pensem bem, como é que eu ia conseguir arranjar espaço para abrir o escadote e trocar a dita cuja.
E se um dia me dá um desarranjo gastrointestinal?! Jasus, nem quero pensar no que aconteceria. Eu aflitinho, a apertar-me todo, muito direito e concentrado, a tentar chegar a tempo à casa-de-banho, pelo carreirinho que me restaria no meio de tanto texto amontoado.
Isto para já não falar na minha mulher a dias, a Maria (o nome é fictício porque na realidade se chama Ilda). Um dia ia chegar a casa e… qu'é dos textos??!! É que ela arruma tudo tão bem, mas tão bem, que dos 120 talvez voltasse a encontrar 6 ou 7. E isto se ela não os usasse para puxar o brilho aos vidros…
De maneiras que fiquei assim a modos que com um imbróglio em mãos.
Pensei em desistir da ideia, mas se há coisa que me custa é desistir.
Para vocês verem bem, quando era miúdo participei numa corrida de 1.500 metros inter-escolas e, lá prós 500, deu-me uma dor daquelas que chamam burro, isso mesmo, dor de burro. Mas eu, inteligente, vai de acelerar que isto passa. Passa, passa. Passaram todos por mim e, quando cortei a meta, já não era eu com dor de burro, era um burro meio morto de dor.
Do que é que eu estava a falar? Ah, sim, do espaço. O espaço sempre me atraiu e quando vi o “2001 Uma Odisseia no Espaço” nunca mais voltei a ser o mesmo. Aquela cena do macaco a mandar um galho ao ar e ele transformar-se numa nave espacial é, para mim, a forma mais fascinante até hoje encontrada de mostrar em 20 segundos toda evolução da espécie humana.
…………………………
Opá, estive a reler o que escrevi e não era nada disto.
Bem, retomando o fio à meada, não gosto de desistir.
Daí que me ocorreu uma daquelas ideias de um gajo até bater com a mão na testa.
Na primeira semana do mês seguinte, pôr à votação qual o texto que vocês achariam digno de ser considerado o melhor.
E eis assim o meu problema de espaço resolvido. No final do ano teríamos 12 textos na linha de partida e votar-se-ia para eleger o melhor de todos, mesmo o melhor, aquele mesmo, mesmo, melhor, tão a ver?!
Mas, tá quieto, quando as coisas correm bem há sempre alguma coisa que aparece para nos fecundar o juízo.
É que para dar corpo a isto vou cirandando pelos blogs, lendo aqui e ali, descobrindo coisas e pessoas.
E não é que descobri um gajo que se arrisca a ter 12 textos em votação no fim do ano??!!
Filho da mãe! Pois que ele tem imaginação, pois que ele tem humor, pois que ele usa o sarcasmo e a ironia como um mestre, pois que ele tem poder de observação e escreve bem como o caraças…
Porra pra isto, o gajo nem sabe que eu existo, mas provoca-me duas coisas: riso em doses diárias e vontade de suicidar o meu blog.
E agora o qu’é qu’eu faço???!!!


antídoto às 21:27 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

Ele há cada uma que até parecem duas.
Reparem bem neste inquérito da Globo Online e façam apostas sobre o resultado.
Eu sei que não é fácil, mas quem acertar ganha um chouriço e um pão de quilo.

antídoto às 20:04 | link do post | comentar | ver comentários (12)

Considero-me um gajo positivo, alegre e bem-humorado.
Mesmo quando a vida me dá enxertos de porrada, não fico a chorar no molhado, nem deprimido.
Não perco tempo a lamentar-me pelas merdas que me acontecem, porque ou há alguma forma de as mudar e vamos a isso, ou então é aguentar e seguir em frente.
Luto todos os dias para obter aquilo que quero, para atingir os objectivos a que me propus, para conseguir viver os meus sonhos, mas desejos, objectivos e sonhos não são o meu sinónimo de felicidade.
Prefiro ver a vida pela óptica do copo meio cheio, em contrapartida ao meio vazio.
E domestiquei-me ao ponto de não me deixar afectar pelas pessoas em geral, as únicas que me podem magoar são aquelas de que gosto muito e essas conto-as pelos dedos de uma mão.
Tenho um dom, o de me fascinar com as coisas simples da vida. Todos os dias encontro motivos para me maravilhar, rir de algo ou de alguém, incluindo eu próprio.
E poderia estar a dizer isto de papo cheio, mas não, falta-me tudo menos o prazer de viver.
Gosto mesmo da vida, essa grande cabra que ultimamente parece que anda sempre com a TPM.
Porém, e repetindo o que escapou da boca de um locutor de rádio há 30 anos atrás, ao relatar um jogo do mundial de hóquei em patins, quando um remate de Portugal bateu no poste, «é do caralho, sôs ouvintes!»
É que ando numa fase que me dá a certeza que se eu tivesse uma chapelaria os homens nasciam sem cabeça.


antídoto às 19:00 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007
Esta noite tive uma insónia danada, voltas e mais voltas na cama, enfim, um verdadeiro desperdício.
Tentei os truques todos da avozinha e nada, tentei um truque pessoal e foi bom, mas nem assim adormeci.
Às 4 da matína não tinha sono, mas já tinha fome. Maneiras que levantei-me e fui espreitar o frigorifico.
Bati de imediato com os olhos na feijoada, mas não que eu não sou maluco.
Leite? Não!
hum… a feijoada…
Umas torradinhas com manteiga? Não!
humm… a feijoada…
Pudim flã? Não!
hummm… a feijoada…
Pertantes, o vosso amigo, deliciou-se com a bela da feijoada, bem apurada e condimentada, cheia de carninha, enchidos, molhinho, tudo acompanhado com muito pão, sim porque eu só sou capaz de comer feijoada de madrugada se for com muito pão.
Às quatro e meia deitei-me, consolado, e dormi que nem um justo.
Hoje tenho o estômago a arder e estou assim a modos que encerrado para desinfestação, mas quero lá saber, há prazeres que… hummm…


antídoto às 13:43 | link do post | comentar | ver comentários (29)

Tenho uma vida profissional agitada.
Bem… agitada é maneira de dizer, ele é reuniões, prazos, urgências, exigências, emergências, enfim, um tudo eu, tudo eu, de manhã à noite.
Ainda por cima sou um gajo distraído e a memória já não ajuda muito, de maneiras que me habituei a utilizar a agenda electrónica do Outlook, para gerir os meus dias.
Ontem, dia 15, às 17 horas, ouvi o plim do costume e fui ver o lembrete.
Consulta oftalmologia dia 15 às 15.00 h

Óh que caraças! (isto sou eu a ser bem educado, porque na realidade soltei foi um sonoro merda)
Tinha que ser logo nisto, a oftalmologista a que vou é daquelas boas, tão a ver, e é complicado conseguir consulta com rapidez.
Peguei no telefone e liguei para a clínica.
- Boa tarde, fala eu, tinha uma consulta hoje às três horas e segure-se que vou-lhe contar uma estória de cair pró chão a rir.
- ah sim? - responde, em tom neutro, a recepcionista.
- Pois, veja lá, marquei a consulta em Setembro, estou mesmo a precisar de mudar de lentes e aconteceu isto assim e assim…
- Acontece – responde, em tom neutro, a recepcionista.
- Não acontece nada, isto só comigo, e agora tenho que fazer aquilo que não gosto, pedir-lhe que seja simpática e me faça um milagrezinho.
- Milagres não é aqui - responde, em tom neutro, a recepcionista.
- Vá lá, não seja má p'ra mim, encaixe-me lá numa desistência.
- Sabe, raramente há desistências, as pessoas esperam muito tempo pelas consultas e sabem que se faltarem vão ter que esperar meses pela próxima - responde, em tom neutro, a recepcionista.
- Foda-se, digo eu (mas só em pensamento, como diz o bagaço amarelo).
Resumindo, tenho consulta marcada para o dia 8 de Maio. Onde é que a gente compra aqueles cães guias, hun?

Óh que caraças! (isto sou eu a ser bem educado...).


antídoto às 11:21 | link do post | comentar | ver comentários (7)

Domingo, 14 de Janeiro de 2007
Este senhor lançou um desafio que achei interessante e resultou no texto abaixo.
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Olha pela janela, para o negrume da noite e deixa-se ficar ali, a testa encostada ao vidro, imerso em pensamentos. Será que ela adivinha as emoções que lhe provoca? Será que conseguirá dela um eco relativamente ao que sente? Ou será que, como parece, para ela é só alguém suficientemente interessante para uma noite de sexo?
Esta última hipótese provoca-lhe um aperto no estômago. Abana a cabeça, não se reconhecendo. Pois não era apenas isso que sempre desejou das mulheres com quem se cruzou na vida?
Dirige-se à cozinha, põe água na máquina e prepara um café, que acaba por ficar a arrefecer, esquecido sobre a mesa.
A ironia da situação fá-lo esboçar um sorriso triste. Ele, a quem tantas vezes chamaram desprendido, indiferente, frio, distante, está agora a provar do seu próprio remédio. Ele, que julgava ter uma pedra no lugar do coração, o hiper racional, vê-se agora enleado nas teias da paixão não retribuída e a sentir um frio de morte a invadir-lhe a alma.
Ainda lhe sente o cheiro e recorda, absorto, o som da sua voz cálida, os seus gestos, o calor da sua pele, a excitação que lhe provocou a audácia com que ela procurou o prazer.
Há muito tempo que ninguém era capaz de lhe estimular assim os sentidos, não apenas no sexo, mas de todas as formas possíveis e imaginárias, ao ponto de o fazer perder o norte.
A perspectiva de ter finalmente encontrado a mulher que nem sabia que desejava, é como uma tela cheia de cor e vivacidade, uma pintura belíssima com que anseia preencher uma vida demasiado solitária.
Porque será que o amor é tantas vezes sinónimo de dor?
Olha-se ao espelho, reparando nos olhos cansados, nas rugas vincadas… É tarde, precisa tentar descansar.
Sobe os degraus, dirige-se ao quarto e estende-se na cama, ainda vestido, puxando para cima de si a velha manta de retalhos que foi da sua avó.
Antes de adormecer sente-se invadir pela doçura que lhe transmite a ideia de uma vida a dois.
Nos próximos dias saberá…


antídoto às 00:35 | link do post | comentar | ver comentários (18)

Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007
Detesto preservativos, ponto de exclamação.
Se há coisa que me dá cabo da cabeça… quer dizer… heee… não é isso… bem, vocês entendem… reformulando, se há coisa que para mim funciona como um ‘corte’ é o momento em que tenho que parar com aquilo que estava a fazer, para poder fazer aquilo que quero continuar a fazer.
Hum, deixa lá reler isto, xiça que há temas difíceis.
Ora vejamos… “estava a fazer… poder fazer… continuar a fazer”... que coisa mais embrulhada (se bem que coisa embrulhada até se adapta perfeitamente ao assunto).
Bem, se tiverem dificuldade em entender, leiam três vezes e pronto.
Continuando.
Eu sei que é fundamental protegermo-nos, as doenças sexualmente transmissíveis são uma praga ainda por controlar e, se reflectirmos um bocadinho, o facto é que ninguém conhece verdadeiramente ninguém.
Daí que, ou surge uma relação prolongada no tempo, daquelas que, para além do bom sexo, tem os condimentos que nos fazem ficar parvinhos de felizes, ou “não há cá pão p’ra malucos”, não abdico de o usar.
Mas que detesto, detesto!
Felizmente o espírito inventivo do ser humano não pára de nos surpreender e hoje, para quem ainda não sabe e para quem detesta preservativos, posso dar uma notícia que, não sendo excelente, é boazinha.
Não, não é isso, o preservativo continua a ser fundamental.
Mas há preservativos e preservativos e estes vieram facilitar a coisa, porque é só colocar na ponta de quem tem ponta e... Oriops!
O único problema é ainda não os fazerem no tamanho XXL, mas, ainda assim, já encomendei, a um amigo sul africano, três dúzias de caixas (sim, eu sou gajo, claro que tinha que dizer algo do género, ora).
Agora é só esperar que cheguem e pôr um anúncio a pedir voluntárias para os testes científicos.
Né bom??!!
P.S. Não fiquem tristes por ninguém conhecer verdadeiramente ninguém, quem sabe um dia não combinamos : )

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antídoto às 22:05 | link do post | comentar | ver comentários (19)

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