6 comentários:
De antídoto a 29 de Março de 2007 às 23:55
Kruella - Eros, sim, é bom.

Isabel - É um tema antigo, com muita gente a interpretá-lo.
E tens razão, há milhentas formas de relacionamento e muitas são apenas aproximações, tipo ludosinhos, pragmasinhos, etc

p.m.a. - Com tanto maluco(a) que anda por aí o que há mais é formas de amar.

Mize - Fluir, fluir, fluir? Hummm... acho que vou experimentar...

Marisa - É claro que não há compartimentos fechados, mas muita gente tem caracteristicas de personalidade mais próximas de um deles.
Espero continuar a dar-te prazer : )


De marisa a 29 de Março de 2007 às 12:24
que músicas fantásticas se encontram por cá, belissimo gsot musical, parabens!
Ora o amor propriamente dito, é engraçado, nunca tinha visto o sentimento deste prisma, e confesso qeu tenho alguma dificuldade me inserir-me num destes paramentros, sentirei talvez um pouco da cada um deles, serei talvez uma romantica contida, uma lirica racional, uma apaixonada essencialmente pela vida...
Adorei, é un vero piacere passar cá...


De Mize a 29 de Março de 2007 às 11:27
Com que então há receita e nao me tinham dito nada. E, eu a pensar q era só fluir, fluir e fluir e afinal é preciso pesar, amassar e deixar levedar :-)


De P.M.A a 29 de Março de 2007 às 02:10
Se assim é nos nossos dias é uma pena... Porque um Amor verdadeiro sé pode ser Eros, ou mesmo Ágape... Nao existe outra forma de AMAR verdadeiramente!


De Isabel Neto a 28 de Março de 2007 às 20:57
Fico com pele de galinha quando oiço a Luz Casal cantar este tema. Mas também gostei desta versão.

Interessante esta catalogação... porque será que me identifico aqui e ali com qualquer coisa em todas elas?

De facto, nem tudo está assim tão diferente... o amor é um produto do romantismo e uniões por interesses "palpáveis" sempre existiram. Mas acredito, porque sim, em milhentas outras formas de relacionamento que não são nem ludos, nem pragma, nem qualquer outra aqui descrita.


De Kruella a 28 de Março de 2007 às 20:05
Hummm...sim...com destaque para pragma...acho!
Mas nada como um Eros para nos sentirmos vivos hã?


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