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Little Drop of Poison

veneno avulso com antídoto incorporado

veneno avulso com antídoto incorporado

Little Drop of Poison

10
Jul07

'A arte de bem montar' ou 'Apostar no cavalo certo' ou, ainda, 'Porque será que anda tudo a zurrar?'

antídoto
Confesso que sou um apaixonado pela mente humana e, desde que me conheço, muito atento aos outros, tentando perceber e identificar os porquês das razões, das reacções, das emoções, das…das… das…
E o que é que isto fez de mim? Apenas um gajinho que, passando por intuitivo, conhece, talvez melhor que a maioria, os botões e cordelinhos que, devidamente utilizados, provocam as reacções x, y, ou z.
Ou seja, acho que daria um excelente bruxo, astrólogo, vidente, padre e afins…
Mas tendo presente que faço muita auto-censura e evito manipular o próximo (sim, sou bonzinho e tal), continuo na mesma.
É que as pessoas não podem ser analisadas tendo por base apenas a razão e ninguém, digam lá o que disserem, consegue definir inteiramente as razões da emoção.
Ora isto não é em si mesmo um mal, até porque mata o tempo a muito poeta, mas já no que respeita aos relacionamentos amorosos, valha-nos S. Descartes.
E vem isto à baila porque é impressionante o desfasamento entre o que cada um de nós sabe que quer e precisa num(a) parceiro(a) amoroso(a) e a forma como embarcamos em relações fadadas (não inventem, eu disse fadadas) ao fracasso, com os consequentes dramas, lamúrias e sofrimento avulso.
E a culpa é sempre do outro, que não quis, não soube querer, não era exactamente aquilo que dizia, mostrava e demonstrava.
Mas o que nos faz cair de quatro assim, num estalar de dedos, por outra pessoa, hun?
Bem… as teorias são tantas que não cabem aqui mas, na minha modesta opinião, resumem-se numa única palavra: patetice (viram como sou bonzinho?).
É que conhecer verdadeiramente alguém exige tempo, vontade e dedicação.
E só depois é possível perceber se vale mesmo a pena apostar naquele cavalo, salvo seja (ou não).
E, porque as coisas são como são (viram como sou excelente a argumentar?) há que saber montar bem e ir trocando de montada até encontrar a tal que galopa sem precisar de esporas nem pingalim (caraças, que bela imagem).
Ora se a esmagadora maioria de ‘vocências’ põe o coração no cepo ‘ao primeiro olhar’, depois queixam-se do quê? Que ele vem fatiado?
Eu já disse aqui o que me faz ficar a farejar o ar no que respeita a mulheres.
Digam lá vocês agora o que é que afinal querem num homem (para além do baixar o tampo da sanita e não deixar roupa espalhada pelo chão).
Contem-me tudo.

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