Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007
Reunião do conselho supremo do planeta Génesis, origem da espécie inteligente mais antiga e evoluída do Universo, responsável única pela criação e evolução de vida em inúmeros mundos, de inúmeras galáxias.
Ponto único em discussão: análise da evolução da vida no planeta Terra, Via Láctea e decisão última e definitiva sobre o destino a dar-lhe.
Sentados em semi-circulo, os conselheiros Ca Os, Od Im, Ze Us, Am Onra, Jupi Ter, Bra Hma, Shiv A, e Vi Shnu, observam com olhos aguados a assessora que entra na sala e se dirige à assembleia.
- Alguém quer caf e?
- Não, Min Erva! - exclamam em coro (uma resposta muito conhecida também na Terra).
Aguardam a chegada dos criadores e acompanhadores de vida destacados para o planeta azul, que finalmente entram na sala e se sentam, em silêncio, nos seus lugares.
Ca Os, levanta-se e toma a palavra.
- Irmãos, estamos aqui reunidos para ouvir os relatórios dos acompanhadores aqui presentes, De Us e Dem Onio, relativo aos últimos 2.000 anos de evolução da raça humana, após o que decidiremos de forma definitiva sobre o destino da mesma.
Recordo-vos a prática corrente de utilizarmos as medidas temporais locais, sempre que analisamos uma forma de vida.
De Us e Dem Onio entreolharam-se, com cara de poucos amigos e o primeiro levantou-se.
- Irmãos, adianto-me a Dem Onio, expondo-vos já, sem subterfúgios, os aspectos negativos da análise.
É com pesar que informo a assembleia que a evolução da raça humana neste espaço de tempo é insignificante.
Lembram-se certamente das medidas correctivas que fomos obrigados a tomar, há 2.000 anos atrás, inserindo no planeta diversos agentes, um deles, por mero acaso, o meu filho Jes Us, com a missão de, sem darem a conhecer a nossa existência de forma clara, interagirem com os humanos e assim servirem de alavanca à mudança de rumo evolutivo que se pretendia.
Todos sabem como decorreu a missão. Apesar dos erros estratégicos cometidos pelos nossos agentes, ao contarem aos humanos estórias fantasiosas sobre a nossa existencia, levando-os ao culto de pseudo entidades superiores, ficámos esperançados que daí em diante os humanos seriam capazes de evoluir positivamente, equiparando-se às restantes raças por nós criadas.
Infelizmente tal não foi o caso.
Tecnologicamente deram-se os avanços esperados para o lapso de tempo decorrido, mas a estagnação emocional e espiritual é evidente.
(continua)


antídoto às 21:48 | link do post | comentar

4 comentários:
De Mize a 9 de Fevereiro de 2007 às 10:22
começas a enervar-me..... aiaiaiai
até o wagner é bem escolhido, carago po gajo!!!!!
srsrs


De antídoto a 8 de Fevereiro de 2007 às 17:43
mize - quieta! : )

aenima - rois as unhas? : )


De AEnima a 8 de Fevereiro de 2007 às 16:58
isto assim nao vale... ao escreveres um texto incompleto, devias colocar aviso logo no inicio... assim, os nervosos, nem iniciavam a leitura! Fica aqui o protesto!


De Mize a 8 de Fevereiro de 2007 às 09:59
brrrr...medo
Aqui a terráquea aguarda ansiosamente pelas cenas dos próximos capitulos.
Essa imaginação prevalece em todas as suas actividades,ohhhh Mestre? hihih


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